

Evolução defensiva é comemorada pelo grupo gremista Victor deve ir para a Itália depois da Copa do Mundo da África do Sul Fábio Santos diz que tem plenas condições de enfrentar o Ypiranga Titulares fazem recuperação física, e reservas treinam finalização no Olímpico
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Dez vitórias consecutivas serviriam de salvo-conduto para qualquer treinador. A regra, porém, parece não valer para Silas, visto, ainda, com desconfiança por significativa parcela da torcida do Grêmio e da crítica. O que falta, afinal, para Silas?
- O time é muito leve, precisa começar a se desenhar, ter mais identidade. Parece ter sido armado do meio para trás. A zaga precisa ser mais protegida pelos volantes - analisa o ex-presidente Paulo Odone.
Ele diz sentir falta da antiga forma de atuar, em que o Grêmio perturbava o adversário ao lhe retirar os espaços. Ainda assim, Odone admite que alguma evolução houve nos últimos jogos.
A mais recente demonstração de que o técnico está longe de ser uma unanimidade foi dada no jogo contra o Inter-SM, domingo. Houve vaias quando o nome de Silas foi anunciado pelo serviço de alto-falante do Olímpico. E também na troca de Maylson por Fernando. O diretor de futebol Luiz Onofre Meira minimiza. Para ele, a resistência "é apenas de alguns poucos torcedores".
Apesar de não ter visto, até agora, a chamada atuação empolgante da equipe, o ex-presidente Luiz Carlos Silveira Martins, o Cacalo, acredita que Silas esteja no caminho certo.

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